Goiano assume liderança nacional na pauta fundiária e é homenageado na Câmara de Goiânia

by g360noticias

O desembargador do Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO), Anderson Máximo de Holanda, foi agraciado com uma Moção de Aplauso concedida pela Câmara Municipal de Goiânia, em sessão homenagem, proposta pelo vereador Lucas Kitão (União Brasil), reconhece a recente posse do magistrado como presidente do Fórum Fundiário Nacional das Corregedorias-Gerais de Justiça — marco histórico por se tratar do primeiro goiano a ocupar o cargo.

O requerimento foi aprovado por unanimidade no início de março, refletindo o reconhecimento institucional à atuação do desembargador na mediação de conflitos fundiários e na formulação de políticas públicas voltadas à regularização de terras. Segundo o autor da homenagem, a escolha de Anderson Máximo para a presidência do Fórum reforça sua capacidade técnica, liderança e sensibilidade social diante dos desafios estruturais do país na área fundiária.

Durante a solenidade, o magistrado destacou o simbolismo do retorno à Câmara Municipal, local onde seu pai, Jaime Máximo, exerceu mandato como vereador por duas legislaturas. Visivelmente emocionado, Anderson Máximo ressaltou o legado familiar e reafirmou o compromisso com o desenvolvimento social da capital goiana.

A relevância da nomeação também foi enfatizada pelo vice-presidente da Casa, vereador Anselmo Pereira (MDB), que apontou o impacto positivo da liderança goiana em âmbito nacional. Para ele, a presença de um representante do estado à frente do Fórum contribui para aproximar o arcabouço jurídico das demandas sociais, especialmente das populações mais vulneráveis.

Ao agradecer a homenagem, o desembargador reiterou o compromisso com o fortalecimento das políticas fundiárias e anunciou que Goiânia deverá sediar, ainda neste ano, um seminário voltado à temática. A iniciativa, segundo ele, busca ampliar o debate técnico e institucional sobre regularização fundiária e promoção da justiça social.

A Moção de Aplauso, conforme destacou o magistrado, representa não apenas um reconhecimento, mas também um reforço à responsabilidade de conduzir, em nível nacional, ações voltadas à pacificação de conflitos e à garantia de segurança jurídica no acesso à terra.